domingo, 19 de maio de 2013

Confira a matéria sobre o evento de poesia, por Marcos Pinheiro do Circuito PA

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2ª noite do FLIPA - O que teve além da chuvinha??
Além da poesia na fila de declamações, o guarda-chuva também foi item indispensável na 2ª noite do festival 

DE-MO-RÔ pro FLIPA - Festival Literário de Paulo Afonso firmar parceria com o SESC Ler aqui da cidade. Nada mais justo que o evento idealizado pelo curso de Letras da FASETE (Faculdade Sete de Setembro) se juntar com essa instituição privada que é tida por muitos como o verdadeiro Ministério da Cultura, e que não diferente disso, muito tem feito pela movimentação artística pauloafonsina. Apenas AMO!

Uma novidade que achei bem digna nesta 5ª edição do festival foi que metade da sua programação aconteceu na Praça das Mangueiras, centro da cidade. E é nesse momento que entra a participação do SESC, que deu mais colorido ao evento com o projeto "A Poesia Nossa de Cada Dia". Antes das luzes do palco principal se acenderem, foi no stande do SESC que o público se aqueceu no início do festival.



Ronaldo, Ricardo e Cleberton

Teve chuva na noite de quinta-feira (16)? Teve, sim, sinhô! Mas pra mim em nenhum momento o meu fenômeno da natureza preferido fez o evento ficar aguado - com o perdão da piadinha infame. MUITO PELO CONTRÁRIO, amigo. Não sei os demais, mas eu senti que a chuvinha deu todo um charme especial ao festival com aquela galera agasalhadinha passeando pela praça com seu guarda-chuva. Me senti num festival de inverno. Achei chique.

Sem falar que o stande do SESC ficou mega aconchegante com todo mundo ali encolhidinho, se aparando da chuva. Calor o humano é sempre bom, né!? E como bem disse lá o professor e poeta Cleberton Santos, "(...) que a chuva caia sobre as nossas almas e escorra toda a poesia do céu". Foi exatamente nesse clima que ele conduziu o projeto "Poesia Nossa de Cada Dia", um tributo ao sempre inspirador Vinícius de Moraes.

Mas o clima não estaria tão gostoso assim se não fosse o som de Ricardo Castelo e Ronaldo Da Maceno. Integrantes da banda de rock Máquina Total, os caras adotaram Paulo Afonso como sua segunda casa e há um tempinho são figuras que cada vez mais somam à diversidade artística aqui da Ilha. O Ricardo, em especial, tem uma domínio de palco que faz a gente não querer deixar de ouvi-lo nem tão cedo. Simpatia!




E entre uma música e outra, um tiquinho de prosa descontraída com Ricardo sobre detalhes da vida e obra de Vinícius de Morais, Cleberton sempre irreverente, didático e dinâmico, conduziu muito bem as intervenções poéticas do projeto estimulando o público a declamar as inquietações de diversos escritores e poetas. Sobrou até para o ex-aluno da FASETE Rubinho Lima, que aproveitou para apresentar um dos escritos do seu primeiro livro em verso, "A Felicidade é uma Gaiola Aberta", lançado no festival. Os escritores pauloafonsinos Gecildo Queiroz e Aristóteles Santana também estiveram movimentando o stande do SESC com a apresentação de suas produções literárias.



Rubinho Lima



Show de Salvio contou com a participação do Trio Dona Florinda

Bonito ver a FASETE acolhendo seus ex-alunos e destacando-os nos eventos, né!? Salvio Emanuel, que subiu na concha armada na Praça das Mangueiras para encerrar a noite com o seu show "Sanfoneando Alegria", é mais um que passou pela instituição. O sanfoneiro que é graduado em Turismo não quis ver ninguém parado e fez do seu forró animado a combinação perfeita pra esquentar o climinha chuvoso da noite.




Cê acredita que o negócio tava tão bom, contagiante e a galera super a fim de prestigiar o show do "Sanfoneando", que Salvio conseguiu até improvisar uma quadrilha junina no encerramento da 2ª noite do festival?? Me senti no esquenta pro São João. Mas o que eu não esperava era que Salvio fosse trazer o Trio Dona Florinda pra fazer uma participação em sua apresentação. Lógico que tudo ficou ainda mais charmoso com a presença de Carol, Lorena e Fafá. Lindas e talentosas. Por mim as meninas poderia abrir todos os seus show, viu, Seu Sálvio!?? Já falei que sou fã.

Certeza que se o V FLIPA tivesse acabado assim eu teria ido embora pra casa totalmente satisfeito, pois pra mim a noite valeu por todas as edições nas quais estive presente anteriormente. Foi incrível, atmosfera cultural gostosa demais. Mas resta ainda uma noite na Praça das Mangueiras, né!? O que será que nos aguarda, hein!??


Crédito imagens: Marcos Pinheiro - www.circuitopa.com.br

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